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A nona produção de Tarantino é diferente do que se está acostumado a apresentar

  • Foto do escritor: Maria Beatriz Santos
    Maria Beatriz Santos
  • 1 de abr. de 2020
  • 2 min de leitura

“Era uma vez em Hollywood” é um filme cheio de carga emocional e pessoalidade.


“Era uma vez em Hollywood” é o nono filme do diretor e roteirista Quentin Tarantino, que estreou no dia 15 de agosto no Brasil. A produção conta no elenco com grandes nomes do cinema: Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Margot Robbie e Al Pacino.


O filme retrata a história de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt) em 1969, que tentam ter seus trabalhos reconhecidos em Hollywood. Para alcançar isso, eles começam a se relacionar com pessoas de grande influência e os leva à fatos históricos, como os assassinatos realizados por Charles Manson, inclusive o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie) que marcou o cinema.


Com essa obra, o diretor quis homenagear à indústira cinematográfica. Para isso, usou como referências diversas produções que marcaram a época de 1960. Como por exemplo, “Sem Destino” que é considerado um marco da contracultura e da vida sem regras que os jovens americanos desejam, e as produções do mestre do faroeste Sergio Leone.


A nona produção de Tarantino é diferente do que se está acostumado apresentar. “Era uma vez em Hollywood” não tem excesso de violência, pelo contrário, é considerado um filme cheio de carga emocional e pessoalidade.


Entretanto, há ação que é misturada com o drama do personagem Rick Dalton, que interpreta um astro em decadência em um mundo de transformações, e o de seu dublê Cliff Booth com um passado bastante nebuloso. A trama também tem brigas, sangue, fugas de carros e uma misteriosa seita inspirada em um caso real.


Além disso, o filme possui uma trilha sonora marcante, com hits próprios da década de 1960, como Ramblin’ Gamblin’ Man de Bob Seger e Mrs. Robinson de Simon & Garfunkel.


Em entrevista a estudante de psicologia Laura Lucena 19 anos, fã de cinema, diz que: “Não sou chegada aos filmes do Tarantino pois, costumam ser muito sangrentos. Mas, gostei muito de “Era uma vez em Hollywood”, a direção do Tarantino e a atuação do DiCaprio foram incríveis. Eu adoro assistir filmes que são clássicos, é um filme de quase três horas que me prendeu muito, têm uma boa história e atores. Posso dizer, que é um filme que superou minhas expectativas e que recomendo”.

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